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sábado, 22 de abril de 2017

Descobrir o Museu de História Natural

Descobrir o Museu de História Natural

O Museu de História Natural de Londres é uma das principais atracções da cidade e ainda por cima a entrada é gratuita. 
Este belo museu foi fundado em 1881 e para além de uma magnífica colecção de dinossauros é ainda possível ver colecções de Botânica, Entomologia, Mineralogia, Paleontologia e Zoologia. É extremamente interactivo sendo o local ideal para um passeio em família. Os nossos sentidos ficam logo dispersos quando chegamos ao local, uma vez que o museu está instalado num dos edifícios mais bonitos que vi, em Londres. 

Edifício onde está sediado o Museu de História Natural

Inicialmente era um departamento do Museu Britânico, mas em 1963, passou a ser um museu autónomo. A colecção inicial, de plantas secas e esqueletos de animais e humanos, pertencia ao Dr. Sir Hans Sloane, que decidiu vendê-la ao governo britânico, mas ao longo das décadas vários espécimes foram desaparecendo, muito em parte devido à falta de conhecimento para a sua conservação e só mais tarde, quando o paleontologista Richard Owen, passou a estar à frente do departamento, é que realmente se passou a dar valor e a explorar o potencial deste espólio.

Zona envolvente

Actualmente, o espaço é dividido em galerias caracterizadas com diferentes cores, vermelha, verde, azul e laranja.

Pátio do Museu de História Natural

A zona vermelha é uma galeria temática, que gira em torno da história da mudança da terra. Aqui é possível ver várias exposições com vários temas, nomeadamente, o Laboratório da Terra, os Tesouros da Terra, os Vulcões e os Terramotos, entre outros. Nesta última exposição é possível ver várias filmagens dramáticas, exposições, jogos interactivos e ainda um espectacular simulador de terramotos.

O Globo giratório

Área da Zona Vermelha

Já na zona verde é possível seguir a evolução do nosso planeta e descobrir as fascinantes relações entre as diferentes formas de vida e os seus ambientes. Aqui é possível ver várias galerias mostrando Aves, bichos rastejantes, répteis marinhos, minerais, e talvez a zona mais famosa Hintze Hall. 

Uma das vitrines da Zona Verde

Conhecido anteriormente, como Salão Central, a Hintze Hall é a porta de entrada para as diferentes exposições e Galerias e onde é possível ver um magnífico esqueleto do Diplodocus, o famoso Dippy, que em Janeiro de 2017, será retirado do local e fará um tournée por todo o Reino Unido

O esqueleto do Diplodocus

Segue-se a zona azul com as galerias dos peixes, anfíbios e répteis, dos mamíferos e da Biologia Humana. É também aqui que se encontram expostos os esqueletos de vários dinossauros, assim como ovos fossilizados e ainda o T.Rex animado, em tamanho real, que se move e ruge, fazendo a delícia dos mais pequenos.

Esqueleto de um dinossauro
T.Rex animado

Por fim, temos a zona laranja, onde está situado o Wildlife Garden e o Darwin Centre. No primeiro é possível explorar a natureza, num paraíso traquilo de plantas e animais. Este é o lar de milhares de espécies da flora e fauna britânica. No segundo, é possível explorar a ciência e conhecer centenas de espécimes do Museu, entre os quais estão besouros e borboletas e tarântulas.
Durante o Inverno, é possível encontrar do lado de fora do Museu, uma das melhores pistas de patinagem no gelo de Londres.

Pista de Patinagem

Este é sem dúvida um dos museus mais bonitos e interessantes que já visitei. Espero que possa ter despertado a vossa curiosidade e que numa viagem a Londres não deixem de visitar este belo local.

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Este blog tem parceria com o Booking. Se pretende fazer a sua reserva para ficar alojado em Londres, contrate o serviço aqui e estará a ajudar o nosso blog, já que o nosso trabalho é voluntário.

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sábado, 8 de abril de 2017

Descobrir o Museu do Pão

Descobrir o Museu do Pão


"O Museu do Pão é um complexo museológico cujo objectivo é recolher, preservar e exibir o património do Pão Português, a sua história, tradições, simbologia, arte e memória. Um espaço de cultura e lazer, de saberes e de sabores."

Entrada do Museu do Pão

Situado em Seia, na Quinta Fonte do Marrão, o Museu do Pão, um dos maiores da Europa, é um complexo museológico privado, que nos leva numa viagem pelo mundo do pão, tendo em conta as várias vertentes, etnográfica, política, social, histórica, religiosa e artística.

Presépio feito em pão

Este é um projecto idealizado em 1996 e que levou 6 anos a se concretizar e a abrir portas ao público, contando com um espólio em constante alteração. Este complexo é composto por vários espaços distintos, que nos levam numa viagem maravilhosa a um passado tão português.



Iniciamos a visita na Sala do Ciclo do Pão, onde é possível ver reconstituído o antigo ciclo tradicional do pão português, juntamente com as alfaias e os utensílios necessários, através de 14 painéis ilustrados. Aqui é ainda possível ver recriada uma antiga padaria portuguesa e três belos moinhos.

Sala do Ciclo do Pão
Segue-se a Sala do Pão Político, Social e Religioso, onde é reconstituída a história do pão em Portugal, através de centenas de documentos, desde a Restauração da Independência até à Restauração da Democracia.
Aqui é ainda possível ver a conotação sagrada que é dada ao pão, tanto no cristianismo, como no judaísmo, através de vários objetos religiosos expostos.

Sala do Pão, Político, Social e Religioso
Passamos depois pelo Bar-Biblioteca, um belo local onde decorrem diversas actividades culturais e onde é possível apreciar a beleza da Serra numa varanda panorâmica, enquanto se bebe um delicioso chá.

Bar-Biblioteca

A visita continua na Sala da Arte do Pão, que serve como montra para vários objetos artísticos, que têm a sua inspiração no pão, nas suas alfaias e nas suas tradições, tais como, azulejaria, vidro, arte sacra, madeira, cerâmicas, pratas, entre muitos outros.
É ainda possível ver vários quadros do pintor português Velhô, dedicados ao pão.

Sala da Arte do Pão

Terminamos a visita propriamente dita no Espaço Temático, uma sala didática, dedicada aos visitantes mais pequenos, onde paira um ambiente de encantamento e magia, mas ao mesmo tempo de cultura. Realiza-se no final do percurso da exposição permanente e tem uma duração de cerca de 20 minutos.
Neste bonita visita imaginária pelo passado do pão, é possível encontrar os gnomos da tribo dos Hérmios, protetores dos habitantes dos Montes Hermínios, que nos dão a conhecer de forma bem interativa como se laborava a arte do pão, na sua forma mais natural.
A visita termina com a possibilidade dos mais pequenos manipularem a massa do pão e com ela fazer pequenas obras de arte, que poderão depois levar como recordação.

Espaço Temático

Seguimos depois em direcção o Centro de Investigação Gastronómica para almoçar. Este é composto pelo belo restaurante, onde se vão redescobrindo e recriando os sabores antigos da gastronomia beirã. Diariamente, os clientes usufruem de um buffet de pão, entradas e sobremesas e são servidos no seu lugar de um prato de peixe e outro de carne. O preço do menu é fixo, sendo de 19,50 € sem bebidas. 

Depois do almoço e antes de ir embora vale a pena passar pela Mercearia Tradicional, onde é possível ver expostos vários produtos típicos portugueses, nomeadamente vários pães típicos, de excelente sabor.

Entrada da Mercearia Tradicional


Este é sem dúvida um local a visitar, principalmente com os mais novos, pois de certo que irão ficar encantados com toda a magia que aqui se vive.

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terça-feira, 24 de maio de 2016

Descobrir o Museu Grévin

Descobrir o Museu Grévin

O Museu Grévin é um bonito museu de cera, localizado em Paris, que foi fundado em 1882 por Arthur Meyer, Alfred Grévin e Gabriel Thomas e que é um dos museus de cera mais antigos da Europa.

A entrada do Museu

No final do séc. XIX, Arthur Meyer (jornalista), teve a ideia de apresentar ao público algumas das suas personalidades favoritas em 3D, tendo-se então juntado a Alfred Grévin (caricaturista, escultor, cartoonista e figurinista), para levar a cabo este projecto. Assim em Junho de 1882 foi inaugurado o museu inicial, tendo sido um sucesso imediato, havendo a necessidade de expansão do museu e de um melhor aperfeiçoamento. Como tal, no ano seguinte Gabriel Thomas (empresário) junta-se aos outros dois e levam a cabo a expansão do local.

Várias personalidades
O local está dividido em áreas distintas, a primeira das quais, criada por Gabriel Thomas, o Palais de Mirages, onde decorre o espectáculo inicial de luzes, que o levam a diferentes lugares, como uma floresta tropical, ao deserto egípcio e ainda a um palácio asiático. Infelizmente não é possível tirar fotos na sala dos espelhos, só mesmo à entrada.

A entrada da Sala dos Espelhos

Terminado o espectáculo segue-se em direcção às diferentes salas com as esculturas de cera, que estão dividas por temas. Um desses temas é " O Espírito de Paris", que nos levam por entre esculturas do mundo da moda, ou não fosse Paris a capital da moda, por figuras importantes da Ópera, entre outros.

Nós no "Espírito de Paris"

Existem ainda uma outra área denominada "Os Campeões" onde estão representados vários atletas de diferentes categorias, os melhores do seu desporto e cujas roupas que estão nas estátuas dos verdadeiros retratados.

A visitar dois campeões

Mas não é só de celebridades reais que o museu é feito e quem visita o museu com crianças encontrará uma área que decerto vai deixar encantada a pequenada e que se denomina de "O mundo das crianças", onde encontrá vários heróis de desenhos animados como o Scrat da Idade do Gelo, o Homem Aranha, o Príncipezinho, entre outros.

Para a criançada...E não só

Outra das áreas mais concorridas é a " História - ontem e hoje ", onde encontrará várias figuras icónicas do nosso planeta. Homens e mulheres, que escreveram uma página importante na história do mundo e com os quais nos é possível tirar um foto.

Ícones da história do Mundo

Existem uma zona denominada "Tour da Descoberta" onde de forma interactiva é explicado como é todo o processo para a fabricação destes maravilhosos bonecos de cera, passando por 4 etapas principais, são elas a escultura, a modelagem, cabelo e maquilhagem e por fim os trajes e acessórios.

E por fim encontrará uma área, talvez a que mais desperte a atenção, denominada "Conhecendo as Estrelas" , onde poderá ter um encontro imediato com as principais celebridades do mundo artísticos.

Eu a conhecer as celebridades
Uma das coisas que gostei particularmente neste museu é que não vemos apenas os bonecos de cera, existe toda uma história a rodear a nossa visita. Ou seja, durante a nossa visita vamos vendo ainda retratados acontecimentos marcantes da história do mundo, nomeadamente a Peste Negra, as Guerras, a Escravidão, a Inquisição ou ainda a Revolução Francesa. O que acaba por nos fazer viver um pouco o que os nossos antepassados viveram.

A reviver momentos marcantes da história mundial

Devo confessar que fiquei encantada com a visita ao Museu Grevin, uma vez que foi o meu primeiro museu de cera. Quando paguei o bilhete de 24,5€ não fiquei muito convencida e achei bem caro, mas depois de visitar acho que valeu cada cêntimo. A minha única crítica é que a maior parte das figuras que aqui estão representadas são francesas e não são assim tão conhecidas pelo mundo fora, o que acaba por muitas vezes nos deixar a pensar "quem será este?".
Quando visitei o museu ia com um primo que nasceu em França o que acabou por nos facilitar porque nos ia explicando quem eram as personalidades que não conhecíamos.

E vocês já visitaram o Museu Grévin de Paris? O que acharam?

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Espero que tenham gostado :)

sexta-feira, 18 de março de 2016

Descobrir o Museu Madame Tussaud

Descobrir o Museu Madame Tussaud

O Museu Madame Tussauds é um famoso museu de estátuas de cera, possuindo a maior colecção do mundo de estátuas de celebridades. Existem várias filiais espalhadas pelo mundo mas a sede está em Londres ( e será sobre este que falarei), sendo uma das 10 atracções mais visitadas da cidade e a entrada no museu fica em 34 libras.

O Museu

Marie Tussaud nasceu em Estrasburgo e foi governanta de um médico, o Dr. Philippe Curtius, com imenso talento para a modelação em cera e que ensinou essa arte a Marie, que a foi aperfeiçoando ao longo do tempo. No início da sua carreira Marie modelava em cera, sobretudo máscaras das vítimas da Revolução Francesa e quando se mudou para Londres, fez uma exposição do seu trabalho. As suas técnicas ainda são utilizadas na actualidade para criar as figuras da monarquia, políticos, actores, entre outros.

Leonardo DiCaprio
Kate Winslet

O Museu não tem uma data oficial de criação mas sabe-se que foi a partir de 1835, que Marie Tussaud alugou um espaço para expor as suas obras, o "The Baker Street Bazaar", bem próximo ao local onde se situa hoje em dia. Alguns dos trabalhos originais de Marie, como as máscaras das vítimas da Revolução Francesa, ainda estão em exposição aqui.

Papa Bento XVI
Nélson Mandela

O Museu é dividido em alas temáticas como o cinema, religião, política, desporto. E as figuras são feitas em tamanho real e até as próprias roupas são mesmos das personalidades que estão representadas.

Lewis Hamilton

Além da exposição principal com estátuas de cera de grandes estrelas do mundo artístico e da história do mundo, ainda poderá assistir ao cinema 4D com os heróis da Marvel, onde poderá ver o gigantesco Hulk, o fantástico Homem Aranha, entre muitos outros e ainda dar um passeio de terror com vários actores, muito ao estilo da London Bridge Experience.


Passeio do Terror

Cinema 4D

Quem já visitou outras filiais do museu não fica muito impressionado com o de Londres, uma vez que a maior parte das estátuas de cera se repetem e o preço do bilhete é bem elevado, mas quem o visita pela primeira vez fica completamente deslumbrado.

Família Real
Margaret Thatcher

E é extremamente divertido passear por entre as estátuas, algumas das quais tão perfeitas que parecem mesmo reais, e tirar fotografias com alguns dos nossos ídolos. No entanto, existem uma quantas estátuas que deixam muito a desejar.

José Mourinho
Os Beatles
Tiger Woods

E vocês já visitaram o Museu Madame Tussaud de Londres? Quais as vossas impressões?

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Não perca os nossos outros artigos dedicados a Londres

Espero que tenham gostado :)







quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Descobrir o Museu Britânico

Descobrir o Museu Britânico

O Museu Britânico, localizado em Londres, é a atracção cultural mais visitado de todo o Reino Unido. Este nasceu da vontade do médico e naturalista Sir Hans Sloane criar um local onde pudesse expor a sua invejável colecção de artefactos (cerca de 71 mil objectos), que foi adquirindo ao longo da sua vida. Esta colecção era composta por várias antiguidades clássicas e medievais do Sudão, Egipto, Grécia, Roma, Extremo Oriente e Américas, moedas, cerca de 7000 manuscritos e 40 000 livros, gravuras e desenhos, incluindo os de Albrecht Durer (pintor renascentista alemão), entre outros.
Como tal, abriu portas em Janeiro de 1759, depois do aval do Rei George II e foi o primeiro grande museu público, gratuito em todo o mundo e que reuniu não apenas a colecção do Sir Hans Sloane mas também a Cottonian Library (colecção de manuscritos medievais do Sir Robert Cotton) e os manuscritos da colecção do Conde de Oxford.

Museu Britânico

E se inicialmente não passava de um museu com um amontoado de objectos sem uma ordenação definida, durante o séc. XIX, foi estabelecido um modelo em que surgem exposições de entretenimento educacional combinadas com uma biblioteca para pesquisas de eruditas e académicos (algo que agora é regra para qualquer museu).

Museu Britânico

Uma das iniciativas implementadas pelo Rei George II, permitiu que a biblioteca do Museu se expandisse indefinidamente, pois este decidiu que esta iria receber uma cópia de todos os livros que fossem publicados no país. E nos anos seguintes à sua fundação o Museu Britânico foi também ampliando o seu espólio com os vários presentes que foi recebendo, nomeadamente a Colecção de Thomason da Guerra Civil e a biblioteca de David Garrick, com cerca de 1000 exemplares impressos.
E a partir de 1772 o espólio do museu começa a sofrer uma modificação com a aquisição da colecção de vasos gregos do Sir William Hamilton e a partir daí vários outras peças que não manuscritos e livros foram sendo adquiridos e tornaram o museu naquilo que ele é hoje.

Sala 38 - Relógio de Isaac Habrech
Actualmente, possui uma das maiores colecções de antiguidades do mundo, contendo cerca de 8 milhões de peças históricas de toda a humanidade, espalhadas por cerca de 100 salas. São cerca de 4 km de galerias, onde estão expostos objectos que representam a história cultural do mundo, que vai desde a pré-história até à actualidade. Contudo, nem todos os artefactos se encontram expostos, devido à falta de espaço para os exibir. E já não é possível ver os livros e manuscritos que fizeram parte da sua abertura, que foram transferidos para a Biblioteca Britânica.


Para uma melhor organização o museu foi dividido em vários departamentos, de acordo com o que neles está exposto:


  • Departamento do Antigo Egipto e Sudão - no Museu Britânico encontramos a maior e mais abrangente colecção de antiguidades egípcias fora do Museu Egípcio no Cairo, possuindo mais de 100000 peças. Nas várias galerias deste departamento é possível ver vários objectos de todos os períodos e locais de importância do Egipto e do Sudão.

Sala 4 - Três estátuas de granito preto do faraó Senusret III


  • Departamento da Grécia e Roma - no Museu Britânico é possível encontrar a maior colecção de antiguidades do mundo Clássico, com mais de 100000 objectos, que vão desde o início da idade de bronze grega até ao estabelecimento do Cristianismo  como religião oficial do império romano. De entre as peças mais famosas estão os frisos do Partenon de Atenas e a Pedra de Roseta (um bloco de granito negro cujo texto que se encontra gravado nela foi crucial para os investigadores compreenderem os hieróglifos egípcios).

Sala 18 - Partenon

Sala 17 - A reconstrução do Monumento de Nereid

  • Departamento do Médio Oriente - com uma colecção de cerca de 330000 obras de arte, o Museu Britânico abriga a mais importante colecção do mundo de antiguidades da Mesopotâmia. A colecção representa as civilizações do Antigo Oriente, abrangendo a Pérsia, a Síria, a Terra Santa, entre outros.


Sala 6 - Esculturas Sírias

  • Departamento de Gravuras e Desenhos - este detém a colecção nacional de gravuras e desenhos ocidentais. O departamento tem uma galeria de exposições na sala 90, onde as exposições vão mudando ao longo do ano.
Sala 90 - Exposição de Gravuras e Desenhos
  • Departamento da Pré-história e Europa - este departamento foi criado em 1969 e contem colecções que abrangem uma vasta aréa de tempo e espaço, incluindo objectos extremamente antigos feitos na África Oriental há mais de 2 milhões de anos, bem como objectos pré-históricos e neolíticos de outras partes do mundo. Além disso, possui ainda colecções que cobrem o período de 300 e 1100d.C., que provêm de Espanha ao Mar NEgro e do Norte África à Escandinávia.
Sala 45 - Relicário de Holy Thorn
  • Departamento da Ásia - o espólio do departamento da Ásia é bastante abrangente, possuindo mais de 75000 objectos que cobrem a cultura material de todo o continente asiático, desde o neolítico até à actualidade.
Sala 92 - Bodhisttva
  • Departamento da África, Oceania e Américas - neste departamento é possível encontrar uma colecção de material etnográfico da África, Oceania e Américas, representando as culturas dos povos indígenas em todo o mundo. São cerca de 350000 objectos que nos contam a história da humanidade, ao longo de milhares de anos, de três continentes.
Sala 27 - Arte Huaxtec na Galeria mexicana
  • Departamento de Moedas e Medalhas - este departamento acolhe uma das melhores colecções numismáticas de todo o mundo, incluindo cerca de um milhão de objectos, que englobam moedas, medalhas, fichas e notas. A colecção mostra toda a história da cunhagem desde a sua origem no séc. VII a.C., até aos dias de hoje.
  • Departamento de Conservação e Investigação Científica - fundado em 1920, este departamento tem seis áreas especializadas, que englobam a cerâmica e vidro, metais, materiais orgânicos, pedra e mosaicos, arte pictórica oriental e ocidental. Este departamento pretende continuar a desenvolver técnicas para datar artefactos, analisar e identificar materiais utilizados, na sua fabricação, entre outros.
  • Bibliotecas e Arquivos - este departamento abrange os níveis de educação de visitantes, escolas, investigadores, entre outros.


Em 2000 foi inaugurado o Great Court, sendo a maior praça coberta da Europa. Este ocupa o espaço central do prédio, junto à Sala de Leituras.

Great Court

Para além da exposição permanente, o Museu Britânico também possui algumas exposições temporárias, algumas gratuitas e outras pagantes, apesar da entrada no museu permanecer gratuito.

Sala de Exposições
Não deixe de visitar o Museu Britânico e conhecer a sensação de percorrer vários continentes num único dia, decerto não se arrependerá. E conte em gastar uma manhã para visitar tudo.

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