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terça-feira, 24 de maio de 2016

Descobrir o Museu Grévin

Descobrir o Museu Grévin

O Museu Grévin é um bonito museu de cera, localizado em Paris, que foi fundado em 1882 por Arthur Meyer, Alfred Grévin e Gabriel Thomas e que é um dos museus de cera mais antigos da Europa.

A entrada do Museu

No final do séc. XIX, Arthur Meyer (jornalista), teve a ideia de apresentar ao público algumas das suas personalidades favoritas em 3D, tendo-se então juntado a Alfred Grévin (caricaturista, escultor, cartoonista e figurinista), para levar a cabo este projecto. Assim em Junho de 1882 foi inaugurado o museu inicial, tendo sido um sucesso imediato, havendo a necessidade de expansão do museu e de um melhor aperfeiçoamento. Como tal, no ano seguinte Gabriel Thomas (empresário) junta-se aos outros dois e levam a cabo a expansão do local.

Várias personalidades
O local está dividido em áreas distintas, a primeira das quais, criada por Gabriel Thomas, o Palais de Mirages, onde decorre o espectáculo inicial de luzes, que o levam a diferentes lugares, como uma floresta tropical, ao deserto egípcio e ainda a um palácio asiático. Infelizmente não é possível tirar fotos na sala dos espelhos, só mesmo à entrada.

A entrada da Sala dos Espelhos

Terminado o espectáculo segue-se em direcção às diferentes salas com as esculturas de cera, que estão dividas por temas. Um desses temas é " O Espírito de Paris", que nos levam por entre esculturas do mundo da moda, ou não fosse Paris a capital da moda, por figuras importantes da Ópera, entre outros.

Nós no "Espírito de Paris"

Existem ainda uma outra área denominada "Os Campeões" onde estão representados vários atletas de diferentes categorias, os melhores do seu desporto e cujas roupas que estão nas estátuas dos verdadeiros retratados.

A visitar dois campeões

Mas não é só de celebridades reais que o museu é feito e quem visita o museu com crianças encontrará uma área que decerto vai deixar encantada a pequenada e que se denomina de "O mundo das crianças", onde encontrá vários heróis de desenhos animados como o Scrat da Idade do Gelo, o Homem Aranha, o Príncipezinho, entre outros.

Para a criançada...E não só

Outra das áreas mais concorridas é a " História - ontem e hoje ", onde encontrará várias figuras icónicas do nosso planeta. Homens e mulheres, que escreveram uma página importante na história do mundo e com os quais nos é possível tirar um foto.

Ícones da história do Mundo

Existem uma zona denominada "Tour da Descoberta" onde de forma interactiva é explicado como é todo o processo para a fabricação destes maravilhosos bonecos de cera, passando por 4 etapas principais, são elas a escultura, a modelagem, cabelo e maquilhagem e por fim os trajes e acessórios.

E por fim encontrará uma área, talvez a que mais desperte a atenção, denominada "Conhecendo as Estrelas" , onde poderá ter um encontro imediato com as principais celebridades do mundo artísticos.

Eu a conhecer as celebridades
Uma das coisas que gostei particularmente neste museu é que não vemos apenas os bonecos de cera, existe toda uma história a rodear a nossa visita. Ou seja, durante a nossa visita vamos vendo ainda retratados acontecimentos marcantes da história do mundo, nomeadamente a Peste Negra, as Guerras, a Escravidão, a Inquisição ou ainda a Revolução Francesa. O que acaba por nos fazer viver um pouco o que os nossos antepassados viveram.

A reviver momentos marcantes da história mundial

Devo confessar que fiquei encantada com a visita ao Museu Grevin, uma vez que foi o meu primeiro museu de cera. Quando paguei o bilhete de 24,5€ não fiquei muito convencida e achei bem caro, mas depois de visitar acho que valeu cada cêntimo. A minha única crítica é que a maior parte das figuras que aqui estão representadas são francesas e não são assim tão conhecidas pelo mundo fora, o que acaba por muitas vezes nos deixar a pensar "quem será este?".
Quando visitei o museu ia com um primo que nasceu em França o que acabou por nos facilitar porque nos ia explicando quem eram as personalidades que não conhecíamos.

E vocês já visitaram o Museu Grévin de Paris? O que acharam?

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Espero que tenham gostado :)

sábado, 9 de janeiro de 2016

Descobrir o Palácio de Versalhes

Descobrir o Palácio de Versalhes

Hoje o artigo é dedicado ao maravilhoso Palácio de Versalhes, listado como Património Mundial da UNESCO, e um dos mais bonitos projectos da arte francesa do séc. XVIII.
O Palácio é enorme e repleto de salões absolutamente maravilhosos, mas uma vez que não tive a oportunidade de o visitar todo apenas falarei dos espaços que visitei. O bilhete custa cerca de 15€, valor que acho ser bastante aceitável.

O local onde Luís XIII tinha o seu pavilhão de caça foi transformado e expandido, a mando de Luís IV, em 1682, para desse modo passar a ser a sede da corte e do governo francês até 1789.

Avenida Sceaux com o Palácio ao fundo

Assim ao longo de décadas o edifício foi sendo transformado no maior palácio do mundo e actualmente é um dos pontos turísticos mais visitados de França.

Construído a mando do Rei Luís XIV, o "Rei Sol", este belo palácio foi a moradia de três Reis franceses que ali viveram até à Revolução Francesa e é o símbolo do absolutismo real e a encarnação da arte clássica francesa.

Entrada para o Palácio

Foi o arquitecto Louis Le Vau que ficou incumbido de criar o mais belo e opulento palácio da Europa, tendo que reunir centenas de trabalhadores para a edificação do mesmo. Contudo, Le Vau viria a falecer antes do termino da obra e foi Jules Hardouin-Mansart que deu continuidade à mesma.

O Palácio

Mais tarde, em 1837, o Palácio deixou de ser a residência real e sede de governo e foi transformado num museu de história. Actualmente, o palácio, com os seus belos e enormes jardins, os pequenos palácios e as várias salas, está aberto ao público. Vários são os ambientes que pudemos visitar, cada um deles com um pedaço de história único e merecedor de ser contado ao mundo.

Pormenor do Palácio

Galeria da História do Palácio
A Galeria da História do Palácio é constituída por diversas salas, onde está representada a cronologia da construção do palácio real desde o início. Aqui é possível ver também vários modelos e réplicas do local e ainda antigas gravuras. Este local marca o início da visita ao Palácio.
Esta galeria foi criada em parceria com o Instituto Cultural do Google,

Várias salas da Galeria da História do Palácio

Galeria dos Espelhos
A Galeria dos Espelhos foi construída em 1678, pelo arquitecto Jules Hardouin-Mansart e é ladeada pelo Salon de la Guerre (sala que celebra as vitórias militares) e pelo Salon de la Paix.

Parte da parede do Salão da Guerra

Esta bonita sala é caracterizada pelos seus 17 espelhos em arco que refletem as dezassete janelas também em arco que dão para os jardins. E cada arco contém 21 espelhos perfazendo um total de 357 espelhos no conjunto da decoração desta galeria.
Já na decoração do tecto pudemos ver pintadas as vitórias militares do Rei Luís XIV, obra de LeBrun.
Esta sala tem um valor simbólico para a história mundial, pois foi aqui que, em 1919, foi assinado o Tratado de Versalhes, que selou o fim da Primeira Guerra Mundial.

Vários pormenores da Galeria dos Espelhos

Grande Apartamento do Rei
O grande apartamento do Rei, que fazia parte dos Apartamentos de Estado, juntamente com o grande apartamento da Rainha, era um enorme apartamento que na sua construção inicial era composto por uma fileira de sete salas, cada uma delas dedicada a um dos planetas e à divindade romana associada.
A partir de 1678 e até ao final do reinado do Rei Luís XIV, este local serviu para receber os convidados do Rei, nos serões que este oferecia duas vezes por semana. Cada uma das salas tinha uma função específica, nomeadamente:

- Salão de Vénus - local onde era servido o buffet, aos convidados que visitavam o palácio. É a sala que dá o principal acesso ao Grande Apartamento e é dedicado a Vénus, a deusa do amor e da sedução, na mitologia romana.

Pormenor do tecto do Salão de Vénus
Salão de Vénus
- Salão de Diana - era o salão de bilhar, no tempo do Rei Luís XIV e actualmente pudemos ver um dos um dos seus maiores bustos, esculpida por Lorenzo Bernini, em 1665.

Salão Diana, com o busto de Luís XIV

- Salão de Marte - era o salão de dança, decorado com o tema militar, algo que poderá ser explicado pelo facto de esta sala ter sido originalmente concebida para ser a sala de guarda,

Pormenor do tecto da Sala de Marte

- Salão de Mercúrio - sala de jogos de cartas, que originalmente era o quarto de dormir do Grande Apartamento do Rei. Foi nesta sala que estiveram os restos mortais de Luís XIV, em 1715.


Relógio do Salão de Mercúrio

- Salão de Apolo - salão onde ocorriam os concertos, foi também a sala do trono e a sala mais luxuosa do Grande Apartamento do Rei.

Pormenor do tecto da Sala de Apolo

Posteriormente, durante o reinado do Rei Luís XV, o grande apartamento do rei foi ampliado e foram acrescentadas duas salas, o Salão da Abundância e o Salão de Hércules.

Salão de Hércules

Grande Apartamento da Rainha
O grande apartamento da Rainha era formado por um conjunto de salas, paralelas ao grande apartamento do Rei e serviu como moradia de três Rainhas de França, Maria Teresa de Espanha (esposa de Luís XIV), Maria Leszczynska (esposa de Luís XV) e Maria Antonieta (esposa de Luís XVI).
Foi na época de Maria Antonieta que o grande apartamento da Rainha adquiriu a configuração que é possível ver nos dias de hoje e que engloba:

- Salão dos Guardas da Rainha - esta é a única sala que mantém intacta a sua decoração do séc. XVII, pois como era um local que a Rainha não usava, nunca sentiram necessidade de modernizá-la. Esta sala era o local onde permaneciam os doze guardas que faziam a protecção à Rainha.

- Antecâmara da grande coberta - nesta sala eram efectuados os jantares em público da família real. Ocasionalmente, poderia servir como sala de teatro do palácio.

Pormenor do tecto da antecâmara da grande coberta
Antecâmera da grande coberta

- Salão Nobre - nesta sala ocorriam as audiências formais dadas pela Rainha. Quando não havia audiências, servia como antecâmara do quarto da Rainha.

- Câmara da Rainha - servia como quarto de dormir da Rainha e onde esta passava a maior parte do seu tempo. Tendo sido aqui que nasceram 19 dos filhos das três Rainhas de França que aqui viveram. Na decoração do quarto é possível encontrar elementos colocados por cada uma das três Rainhas, os diferentes compartimentos do tecto remontam à Rainha Maria Teresa, mas as pinturas monocromáticas do mesmo já são da época de Maria Leszczynska, de época de Maria Antonieta mantém-se os móveis e a bonita lareira.

Câmara da Rainha

Apartamento do Rei
O apartamento do Rei, situado no antigo Palácio, foi inicialmente o apartamento privado de Luís XIII e aquando do reinado de Luís XIV, o mesmo foi ampliado e modernizado e passou a ser constituído pelas seguintes salas:

- Quarto do Rei - sala onde o Rei dormia, possui uma decoração opulenta de ouro e prata e com várias pinturas escolhidas pelo próprio Luís XIV, nomeadamente Os quatro Evangelistas e o pagamento de Impostos a César, de Le Valentin e Giovanni Lanfranco, nas paredes superiores, São João Batista, de Giovanni Battista Caracciolo, por cima da porta, entre outros.
Foi neste local que morreu o Rei Luís XIV, em 1715, depois de 72 anos de reinado.


Quarto do Rei

- Sala do Conselho - esta sala só foi criada durante o reinado do Rei Luís XV, estando magnificamente decorada com bonitos painéis de madeira com motivos decorativos esculpidos por Antoine Rousseau e ainda magníficas obras de arte encomendadas por Luís XV e o seu sucessor Luís XVI. Nomeadamente, um relógio rococó, de 1754, um busto de pórfiro de Alexandre, O Grande, entre outros. 


Sala do Conselho

Capela Real de Versalhes
A Capela Real é uma autêntica obra prima, iniciada em 1689 e consagrada em 1710. Esta capela foi dedicada a São Luís e vários foram os eventos da Corte que aqui ocorreram durante o séc. XVIII. Uma das características pela qual é conhecida é o seu chão embutido com mármores multicoloridos e nos degraus que levam ao altar está o monograma coroado de Luís XIV. A sua decoração eclesiástica faz alusão ao Novo e ao Velho Testamento e no tecto da sua nave pudemos encontrar uma pintura Deus Pai em sua Glória trazendo ao Mundo a promessa da Redenção, de Antoine Coypel, já a meia cúpula da abside tem pintada A Ressurreição de Cristo, de Charles de LaFosse, entre outros.

Vários pormenores da Capela Real

L'Ópera
A Ópera Real é uma das mais importantes obras arquitectónicas de Ange-Jacques Gabriel, tendo sido inaugurado em 1770, durante o casamento de Luís XVI com Maria Antonieta. Na época era o maior e mais refinado teatro da Europa, sendo um dos poucos teatros sobreviventes daquele tempo. 
A sua decoração, realizada por Augustin Pajou, foi inspirada em Apolo e nas divindades Olímpicas. Durante o reinado de Luís XVI poucas foram as vezes que o espaço foi utilizado, devido aos custos que acarretava a sua utilização, nomeadamente ao nível da iluminação, uma vez que era necessário a utilização de pelo menos 3000 velas de cera virgem.
Uma curiosidade acerca deste local é o facto de ter sido aqui que a Rainha Maria Antonieta quebrou a tradição da Corte, ao aplaudir os actores, algo que está reproduzido no filme de 2006, Marie Antoinette.
Actualmente, é utilizada em funções de Estado e como palco de vários eventos musicais.


Jardins do Palácio
Os Jardins do Palácio de Versalhes são tão grandiosos como o próprio Palácio, algo que Luís XIV, sempre desejou. E para tal, em 1661, incumbiu André Le Nôtre de projectar os jardins, compostos por parterres, fontes e canais, tendo demorado cerca de 40 anos a estes ficarem concluídos.

Estes estão centrados na fachada sul do Palácio, onde existe um enorme terraço, que oferece uma vista única sobre os jardins, que são compostos por várias zonas distintas:

Parte da fachada sul do palácio
- Parterre de água
É o jardim que surge como um prolongamento da fachada do Palácio, que é composto por duas piscinas ornamentais rectangulares, que possuem na sua berma algumas esculturas, da autoria de Charles Le Brun, que simbolizam os rios de França.


Parterre de água com a fachada sul do palácio de fundo

- Fonte de Latona
A Fonte de Latona foi inspirada no poema Metamorfoses, de Ovídio e representa a mãe de Apolo e Diana, a proteger os seus filhos contra os insultos dos camponeses de Lícia, chamando Júpiter para vingá-los, transformando os camponeses em sapos e lagartos.

Fonte de Latona


- Orangerie Parterre
Situado próximo ao palácio, o Orangerie é constituído por Laranjeiras de Portugal, Espanha e Itália e ainda Limoeiros e árvores de Romãs, algumas destas árvores com mais de 200 anos. Este é um dos exemplos do fantástico e belo trabalho de Jules Hardouin-Mansart, uma vez que este pequeno jardim é uma autêntica obra de arte.

Orangerie

Os jardins são compostos por muito mais áreas, contudo no dia que visitei o Palácio estava a chover, o que nos impossibilitou de visitar os Jardins, em toda a sua extensão.

Se visitar o local, vá sem pressa e disposto a despender o seu tempo, pois o local é tão bonito, que o tempo passa a correr e sem nos apercebermos. Aproveite bem o audio que é dado no início da visita e deixe-se mergulhar neste local magnífico e cheio de história. 
Espero um dia voltar e puder conhecer os recantos que não tive oportunidade.

E vocês já visitaram o local? Ficaram tão encantados como eu?

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Não deixem de ler o nosso artigo Visitar Paris em 4 dias

Espero que tenham gostado ;) .

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Dez cidades encantadoras

Dez cidades encantadoras

Hoje o artigo é dedicado a dez cidades desconhecidas para muita gente, mas absolutamente encantadoras e que merecem a visita de qualquer um. Espero que gostem e que se deixem encantar tal como eu me deixei, apenas com as fotos dos locais.

Burano, Itália
Burano é uma ilha situada a apenas 11 km de Veneza, e é conhecida como a "ilha colorida da renda". Aqui a nossa atenção fica presa desde o primeiro instante, com as bonitas e coloridas casas à beira da água.As cores das casas ficavam determinadas de acordo com as famílias que lá residiam ao longo dos tempos e actualmente, caso o proprietário pretende pintar as mesmas, necessitam de aprovação do Governo com a cor autorizada a usar.
Esta ilha é ainda famosa pelo seu artesanato, em especial pela sua renda, desde o séc. XVI. Renda que foi inclusive elogiada pelo Rei Luís XIV e Leonardo da Vinci.E apesar das "rendeiras" terem diminuindo ao longo dos anos, ainda é possível encontrar algumas, sentadas do lado de fora das lojas e das casas, as fazer as bonitas peças.



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Oia, Grécia
Oia é uma pequena cidade situada na ilha de Santorini, sendo o local ideal para quem procura o romance, mas é também o sítio mais caro da ilha. É um local absolutamente encantador, onde as casas são todas brancas contrastante com o azul das cúpulas das igrejas. Oia é conhecida pelo por do sol mais poético do universo, onde as casas ficam banhadas por uma aura alaranjada, tornando a vista absolutamente inesquecível.



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Colmar, França
Colmar é uma cidade da Alsácia fundada no séc. IX, que pertenceu ao império alemão, sendo possível observar a sua influência até aos dias de hoje. É uma cidade bem pequena e muito acessível de se visitar. Ela atrai inúmeros turistas pelo romantismo dos seus bairros e pela qualidade do seu património arquitectónico, ou seja a cidade é a própria atracção, com casas coloridas, um canal que atravessa o pequeno centro e restaurantes por toda a parte.



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Tasiilaq, Groenlândia
Tassilaq, anteriormente conhecida como Ammassalik, é uma cidade com pouco menos de dois mil habitantes. E apesar de ser uma localidade remota é bastante acessível, sendo a principal entrada para uma fantástica experiência nórdica e ideal para os amantes da natureza e das actividades ao ar livre, podendo fazer longas caminhadas pelas montanhas, passear de caiaque, fazer escalada ou esqui e até mesmo corridas de trenó puxadas por cães. Mas para aqueles que preferem uma visita mais cultural, este também é o sítio ideal, pois Tassilaq possui uma vida artística bem características, que podemos observar através do artesanato de design rústico, ou através dos diversos locais com música ao vivo.




Savannah, EUA
Savannah situa-se no estado da Geórgia e foi fundada em 1733 pelo general britânico James Oglethorpe. Esta é uma das cidades históricas mais charmosas dos Estados Unidos, caracterizada pelas suas casas de estilo vitoriano e pelas suas 22 praças e possuir a maior coleção de pontos históricos do país, sendo uma obra de arte a céu aberto. O cartão postal desta cidade é o Forsyth Park, uma enorme área verde, bem no centro da cidade, constituída por carvalhos cobertos de musgo.



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Newport, EUA
Newport é uma cidade localizada no estado de Rhode Island, tendo sido fundada em 1639 e possuindo actualmente o maior número de edifícios do período colonial nos Estados Unidos. É conhecida como o local de férias da elite da Nova Inglaterra e ainda pelas suas célebres mansões. Esta é uma cidade marítima rodeada de água e como tal considerada a capital naútica do país. Newport é uma cidade elegante ideal para os que pretendem apreciar a arquitectura colonial, passear ao longo dos penhascos ou praticar desportos aquáticos.



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Wengen, Suiça
Wengen localiza-se na região de Berner Oberland e repousa sobre um planalto ensolarado 400 metros acima do vale de Lauterbrunnen. Sendo a natureza um dos principais encantos deste vilarejo, que se encontra desprovido da presença de automóveis e que oferece bonitas áreas de passeio e de esqui aos seus visitantes. Quem visita esta bonita estância pode ainda deslizar entre as árvores no teleférico até ao topo da montanha Mannlichen enquanto desfrutam da paisagem composta pelas cores vivas dos chalés no vale.



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Giethoorn, Holanda
Giethoorn é uma cidade fundada por um grupo de fugitivos da região do Mediterrâneo por volta de 1230. Esta bonita cidade é conhecida como "Veneza dos Países Baixos", pois não possui estradas, e o único acesso é feito por água, ao longo de inúmeros canais. É constituída por locais fantásticos, com casas encantadoras e bonitas  pontes em arco. Os moradores utilizam pequenas embarcações para circular junto às casas.
Aqui podemos desfrutar de um local sem barulho, ar puro e perfumado pelas muitas flores que caracterizam a Holanda.



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Shirakawa, Japão
Shirakawa é uma cidade japonesa que se localiza na fronteira dos Alpes do Japão e que foi declarada Património Mundial da Humanidade. É famosa pelas suas bonitas habitações tradicionais, gasshoku, inteiramente construídas em madeira e com o telhado coberto por plantas de arroz (trocadas a cada cinco anos). Estas casas têm pelo menos trezentos anos e têm sobrevivido a guerras, terramotos e à modernização.



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Hallstatt, Áustria
Hallstatt encontra-se entre o lago Hallstatter See e as montanhas e é composta por bonitas casinhas rústicas, tendo sido declarada Património da Humanidade da UNESCO. É conhecida pelas suas preciosas minas de sal que permitiram que a cidade se fosse valorizando. A vista às antigas minas é uma das visitas obrigatórias, outra das visitas a fazer é subir ao alto da através do funicular, a descida pode ser feita a pé por entre abetos e pinheiros, onde vamos descobrindo um pouco da história de Hallstatt espalhada pelo caminho.



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Espero que tenham gostado e que vos tenham despertado a curiosidade para conhecer estes destinos fabulosos. Infelizmente ainda só conheço um dos locais, Oia, mas espero no futuro poder descobrir a beleza de cada um destes locais que estarão certamente nos meus próximos planos. 
Deixem aqui os vossos comentários e opiniões.

:)

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

As minhas top 10 visitadas

As minhas top 10 visitadas

Quem me conhece sabe que uma das minhas paixões é viajar e nestes últimos anos tenho tido a oportunidade de conhecer alguns sítios maravilhosos. E como actualmente está na moda decidi publicar um artigo onde elejo as 10 cidades que mais me encantaram, nestes últimos anos.
Espero que gostem....

Santorini, Grécia
A glamorosa Santorini é encantadoramente diferente e para mim o lugar mais bonito que alguma vez conheci. Esta não é apenas uma ilha, é  sim um vulcão (ainda activo), ao redor da qual foram construídas as cidades, com as casas (mais semelhantes a uma caverna) pintadas de branco, com o telhado em azul.
Mas toda a ilha está repleta de atracções fantásticas que passam pelas populares praias de areia negra vulcânica (que é horrível quando está muito sol, pois queima imenso), Perissa e Kamari, pela mais famosa Red Beach (ideal para todos os aficionados por arqueologia), pela bonita cidade de Oia, por todas as bonitas paisagens, pela gastronomia eclética e saborosa (e eu sou esquisita) e pelos excelentes vinhos.
Este é sem dúvida o destino mais romântico da Grécia e o por do sol de Oia é absolutamente inesquecível.


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Mykonos, Grécia
A ilha de Mykonos tem origem no nome do filho do rei de Delos, Mykonos. Na verdade, a história de Mykonos na antiguidade foi muito ligada à história de Delos. Segundo a mitologia, Hércules, numa das suas doze tarefas, estava lutando contra os Gigantes e, depois de matá-los, jogou-os no mar onde petrificaram e se transformaram em enormes rochas, formando a ilha de Mykonos.
Actualmente, esta ilha é um dos principais destinos turísticos da Grécia. Mykonos Town ou Chora é a capital e a mais pitoresca aldeia na ilha. Com arquitectura tradicional e um ambiente agradável, Mykonos distingue-se pela sua atmosfera cosmopolita e animação nocturna. Os marcos de Chora são os moinhos de vento no topo de uma colina, o bairro agradável de Little Venice (absolutamente fantástico) e o famoso pelicano de Mykonos (não consegui vê-lo e bem que o procurei).
E posso desde já garantir-vos que este é um local que vale muito a pena, toda a atmosfera que envolve esta ilha é inesquecível.


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Cartago, Tunísia
A cidade de Cartago foi fundada por uma princesa fenícia e sempre esteve envolta em lendas. Hoje apenas restam as ruínas resultantes da invasão romana, estando rodeada de vegetação nas margens mediterrânicas.
Este é um local que vale a pena visitar, quer pelos vestígios cartagineses e romanos, quer pelas ruelas de vivendas modernas e pelo palácio do presidente. E em 1979 foi declarado Património Mundial pela UNESCO.


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Paris, França
A cidade de Paris situa-se num dos meandros do Rio Sena, sendo considerada como a cidade mais romântica do mundo. É também uma cidade com importantes monumentos arquitectónicos, desde a gloriosa Catedral de Notre Dame, passando pela magnificência de Versailles e indo até ao espectáculo vanguardista do Centro Georges Pompidou. Esta cidade é um esplendor, que decidiu o destino de reis e impérios e albergou muitos dos maiores artistas, escritores, filósofos e músicos do mundo. E apesar de ser uma daquelas cidades lendárias, não ficou parada a viver as glórias do passado, sendo uma cidade pró-activa e que segue uma estratégia de desenvolvimento sustentável.
É uma cidade para desfrutar sem pressa. 



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Veneza, Itália
Veneza foi totalmente construída sobre a água e conseguiu sobreviver sem carros até ao século XXI. De notar, que poucas cidades possuem tantas atracções para quem as visita como Veneza.A cidade de Veneza divide-se em 5 áreas centrais,San Marco, San Polo e Santa Croce, Cannaregio, Castello e Dorsoduro.
Visitei Veneza por duas vezes, devo confessar que da primeira vez fiquei bastante desiludida. Contudo, este ano decidi voltar e visitar outras zonas, certo é que conheci uma cidade completamente diferente e com a qual fiquei encantada. Aconselho a quem visitar Veneza, que não fique só pelas zonas turísticas e visitem as 5 áreas centrais e dêem o famoso passeio de Gôndola, pois vale a pena.
Posso dizer que fiquei encantada com as lojas de altas marcas e com a beleza de todas as igrejas. E sem dúvida que a Piazza de San Marco é um encanto.


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Dubrovnik, Croácia
A "Pérola do Adriático", como o poeta Lord Byron lhe chamou, é a cidade mais famosa da Croácia. Está rodeada por muralhas medievais, encontrando-se entre uma corrente de montanhas calcárias a norte e o Adriático a sul. Neste momento, é uma cidade muito procurada no Verão pelos turistas, sendo possivelmente a cidade europeia com o seu centro histórico mais bonito e mais bem conservado.
Tive o prazer de visitar esta cidade por duas vezes e nas duas fiquei encantada, é realmente uma cidade pequenina mas com zonas absolutamente fantásticas. Aconselho vivamente a visitar a Stardun, principal avenida da cidade, e ainda o Mosteiro Fanciscano, que alberga a Igreja de S.Francisco, um Museu e ainda uma das farmácias mais antigas do mundo.


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Coimbra, Portugal
A cidade de Coimbra situa-se numa magnífica colina, banhada pelas calmas águas do Mondego, que funcionam como um espelho que reflecte a imagem desta fantástica cidade. Esta é caracterizada por uma mística muito própria, resultante de um passado rico em acontecimentos relevantes, que a tornaram no centro cultural e intelectual de Portugal, inspirando a obra de poetas e escritores aclamados.
Com a fundação da primeira Universidade do País, em 1290, Coimbra ganhou uma nova projecção que lhe permitiu a criação de um núcleo urbano repleto de fantásticos edifícios. E ao longo dos séculos foi sofrendo alterações, que a tornaram na fantástica cidade que é hoje, caracterizada pelas suas ruelas estreitas e escadinhas, pelos seus pátios e arcos medievais. A cidade divide-se em duas zonas distintas: a Alta, também designada por Almedina, onde viviam os aristocratas e os clérigos, e a Baixa, zona do comércio, do artesanato e dos bairros populares.


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Porto, Portugal
A cidade do Porto é para mim, a seguir a Coimbra (claro......), a cidade mais bonita de Portugal....
Fica situada no noroeste de Portugal, na margem direita do Douro, junto ao Oceano Atlântico. É conhecida como a Cidade Invicta e é onde se encontram as raízes judaicas mais antigas e consistentes dos portugueses. Esta é a cidade que deu o nome a Portugal, quando se chamava Portus Cale, vindo mais tarde a ser a capital do Condado Portucalense, a partir de onde se formou Portugal.
A cidade do Porto é conhecida mundialmente pelo seu vinho, pela sua arquitectura contemporâneo e antiga e ainda pelo seu centro histórico, que foi classificado Património Mundial da Humanidade pela UNESCO.


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Olímpia, Grécia
Olímpia encontra-se num lugar idílico de Peloponeso ocidental, situado num vale cheio de pinheiros. Esta cidade é famosa pois foi palco dos Jogos Olímpicos da Antiguidade. A noroeste do Peloponeso, localiza-se o Sítio Arqueológico de Olímpia, no sopé da Colina Kronion.
O nome de Olímpia, referia-se à montanha sagrada do Olimpo, a residência habitual de Zeus. Colocado sob a protecção das cidades de Pisa e mais tarde Elis, o santuário olímpico experimentou um enorme renome no século VIII a.C., com os jogos Pan-helênicos que eram realizadas a cada cinco anos. Os Jogos Olímpicos começaram depois a ser celebrados regularmente em 776 a.C.. A importância dos Jogos Olímpicos demonstra os elevados ideais de humanismo Helénico: competição pacífica e leal entre homens livres e iguais, que estão preparados para superar a sua força física num esforço supremo, com a única ambição de serem recompensados simbolicamente com uma coroa de oliveira.


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Génova, Itália
Esta é uma cidade que encanta pelas suas cores, pela sua agitação, pelas suas paisagens.
Quando chegámos a Génova optámos por apanhar um daqueles autocarros sem tecto para dar a volta à cidade, contudo achamos a cidade tão bonita para ver tão rápido e depois do percurso ter terminado decidimos ir a pé percorrer a cidade.
Para quem estiver interessado apanhámos o autocarro na Piazza Caricamento, demorou cerca de 60 minutos a percorrer a cidade e o preço custa cerca de 12€ por pessoa.
Durante o City Tour passámos pela Commenda di Pré, a Basilica Ss. Annunciata, passamos junto à Via Garibaldi, pela Piazza Fontane Marose, Piazza Corvetto, pelo Arco della Victoria, Scalinata delle Caravelle, Palazzo Ducale, Piazza Ferrari e Casa di Colombo, todos eles locais que recomendo vivamente.


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Espero que tenham gostado e deixem aqui as vossas opiniões quanto à minha selecção. Em breve publicarei um artigo com as minhas top 10 cidades a visitar.

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