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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Restaurante 7 Arte Alfacinha

Restaurante 7 Arte Alfacinha

Por estes dias estive em Lisboa num Congresso e foi-nos oferecido o jantar num restaurante chamado 7 Arte Alfacinha.
Lá fomos sem saber muito bem o que esperar até porque o almoço do Congresso tinha deixado muito a desejar e as expectativas iam bem lá em baixo.


Localizado na Rua do Açucar, este restaurante, de decoração bem tradicional, bem ao estilo alfacinha e dos Santos Populares, mostrou-se uma óptima escolha para a ocasião.


Com capacidade para cerca de 250 pessoas, este espaço oferece um serviço volante com uma grande variedade de pratos, sobremesas e bebidas. Sendo o local ideal para festas, pois para além de comer, entre as 22h e as 2h da manhã existe animação a cargo de um DJ.
Segundo o que posteriormente pesquisei o valor por pessoa fica em 18€, valor que achei bem aceitável, para o serviço oferecido. E ainda em grupos superiores a 15 pessoas, oferecem um jantar.


Este será sem dúvida um local de referência para visitar quando for a Lisboa com um grupo de amigos, pois gostei imenso da comida, do ambiente, da decoração e do serviço em geral.

Quem já conhece o espaço? Qual a vossa opinião?

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quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

Lisbon City Apartments and Suites

Lisbon City Apartments and Suites


O Lisbon City Apartments and Suites, localizado no centro de Lisboa, disponibiliza vários apartamentos e quartos, com acesso wi-fi gratuito, casa de banho privada, ar condicionado, tv, entre outros. 


Recentemente, desloquei-me a Lisboa, para um Congresso, com duas colegas e decidimos ficar alojadas num dos apartamentos, que para além do que já mencionei, possuía ainda uma kitchenette bem equipada para fazermos ali as nossas refeições.


Este alojamento é composto por dois edifícios distintos, mas bem próximos um do outro e de fácil acesso. Este é sem dúvida um alojamento a considerar para que visita Lisboa, pois para além de uma boa localização, possuí também óptimas instalações, ideais tanto para uma viagem em família, como em trabalho, fugindo um pouco ao conceito de hotel, a que estamos habituados.



Será sem dúvida um alojamento a ter em conta da próxima vez, que for a Lisboa.

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sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Corinthia Hotel Lisbon

Corinthia Hotel Lisbon


O Corinthia Hotel Lisbon é um hotel 5 estrelas, localizado na Avenida Columbano Bordalo Pinheiro, em Lisboa, bem próximo ao Jardim Zoológico. 
Numa das nossas passagens por Lisboa, decidimos ficar aqui hospedados dado a fama deste magnífico hotel. E diga-se de passagem que não ficámos desiludidos. Pagámos cerca de 126€ pela noite, com direito a pequeno-almoço (pode não ser um preço acessível a qualquer carteira, mas para um hotel da categoria deste, não foi de certo um valor muito elevado).

Corinthian Hotel Lisbon

Este é um bonito e enorme hotel, constituído por dois restaurantes, um bar e um bonito SPA. O Restaurante Sete Colinas possui uma atmosfera acolhedora e familiar, para uma refeição bem agradável.

Pequeno-almoço no Restaurante Sete Colinas

Já o Restaurante Típico oferece uma experiência gourmet única que passa pelo menu à la carte ou pela fusão da cozinha Mediterrânica e Internacional.

Entrada para o Restaurante Típico

Quanto ao bar ele é composto por espaços diferentes, ou seja, temos o Tempus Lounge Bar, um espaço enorme, onde pode apreciar a sua bebida enquanto ouve o pianista residente a interpretar alguns dos temas mais famosos da actualidade. Há também o Terrace Lounge, um autêntico oásis escondido no jardim do hotel, aqui pode-se apreciar a música de um DJ enquanto nos deliciamos com um cocktail.

Terrace Lounge

Por fim, temos o The Lobby Lounge, localizado bem no coração do hotel, sendo o local ideal para pequenas reuniões informais, enquanto vão bebendo um saboroso café.

The Lobby Lounge

No SPA do Corinthia Hotel Lisbon é possível encontrar várias terapias com a exclusividade ESPA (criadores dos mais fantásticos SPAs do mundo), como por exemplo massagens terapêuticas ou tratamentos de beleza, sendo constituído por 13 salas de tratamento, uma piscina, um ginásio e ainda sauna, jacuzzi, entre outros.

Zona da Recepção do Hotel

Uma vez que utilizámos o hotel apenas para passar a noite, não nos foi possível usufruir de qualquer destes serviços, não podendo dar uma opinião sobre a qualidade do mesmo.

Hall do 10º piso

Os quartos deste magnífico hotel estão extremamente bem decorados, estando equipados com TV LCD e acesso Wi-Fi gratuito. O nosso quarto era um Queen Superior, mobilado com uma cama Queen size e ainda uma bonita área de lazer e descanso.

O nosso quarto

A nossa zona de lazer

O meu único comentário menos positivo (e não negativo) é a casa de banho, que apesar de grande é extremamente simples e um pouco ultrapassada quanto à decoração, acabando por sair um pouco do nível do hotel.

A nossa WC

A política do hotel implica que aquando do check-in seja deixada uma caução de 100 euros, para possíveis gastos no hotel e aquando do check-out o dinheiro é devolvido.
Quem vier de carro não precisa de se preocupar, pois o hotel possui o seu próprio estacionamento privado. O único senão é que a diária fica a cerca de 18 euros.

Árvore de Natal na recepção do hotel

Tivemos a possibilidade de apreciar todas as decoração de natal que estão espalhadas pelo hotel, havendo uma atmosfera mágica a pairar sobre o local, algo que muito me agradou, por ser uma fã da época natalícia.

Aconselho, a quem visitar Lisboa, a ficar alojado no local, pois tenho a certeza que ficarão extremamente bem alojados e satisfeitos.
E vocês já ficaram alojados no Corinthia Hotel Lisbon, quais as vossas impressões?
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Descobrir o Mosteiro dos Jerónimos
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

Descobrir o Mosteiro dos Jerónimos

Descobrir o Mosteiro dos Jerónimos

O Mosteiro dos Jerónimos, também conhecido como Mosteiro de Santa Maria de Belém, foi construído no séc. XVI, a mando do Rei D. Manuel I. Diogo de Boitaca foi o primeiro arquitecto responsável pelo projecto, que terá demorado cerca de 100 anos a ficar concluído, o que levou à necessidade de outros mestres terem ficado encarregues da obra, ao longo das décadas.
Este magnífico projecto foi pago com a chamada "Vintena da Pimenta", ou seja, um imposto criado pelo rei, onde eram pagos ao rei 5% de todo o ouro trazido da Guiné, e das especiarias e pedras preciosas vindas da Índia. 
O local pertencia à Ordem de São Jerónimo, tendo sido a moradia dos monges até ao ano de 1833. As suas principais funções eram rezar pela alma do Rei e prestar assistência espiritual aos navegadores que partiam da Praia do Restelo à descoberta de novos mundos.
Este é o mais notável conjunto monástico português do seu tempo e como tal, tentarei falar um pouco deste magnífico monumento lisboeta.

Mosteiro dos Jerónimos

Portal Sul
O Portal Sul é um dos exemplares mais ricos da arquitectura portuguesa do gótico tardio, tendo sido construído no início do séc. XVI, por João de Castilho, tendo como base o projecto de Diogo de Boitaca.
Esta entrada possui uma sumptuosidade absolutamente maravilhosa, tendo como figura central a Santa Maria de Belém (sob a protecção da qual foi construído o Mosteiro) com o Menino, mostrando na mão o vaso das oferendas feitas pelos Reis Magos. Ao redor da figura central, encontram-se várias estátuas, que representam os profetas, os apóstolos, entre outros. Ainda é possível ver representado duas cenas das vida de S. Jerónimo, as Armas de Portugal, uma estátua do Infante D. Henrique, um dos grandes impulsionadores dos Descobrimentos e ainda a imagem do Arcanjo São Miguel, protector de Portugal.
Apesar de toda a beleza e magnitude desta entrada, esta não é a entrada principal e sim um porta lateral.


Portal Sul

Igreja 
A Igreja do Mosteiro dos Jerónimos é constituída por três naves, sendo coberta por um tecto, em abóbada, constituído por várias nervuras e onde é possível observar vários elementos que caracterizam o estilo manuelino, nomeadamente a cruz da Ordem militar de Cristo, a esfera armilar, as cordas náuticas e ainda vários motivos vegetalistas. Os vitrais que encontramos nesta zona, representam imagens dos reis fundadores D. Manuel I e a sua esposa D. Maria, com os respectivos santos patronos. Neles, D. Manuel surge acompanhado por Vasco da Gama, antes da partida para a Índia e D. Maria surge rodeada pelas suas aias e alguns monges jerónimos. Há ainda a imagem de Santa Maria de Belém, com o Menino ao colo e em segundo plano uma imagem de Lisboa, antes do terramoto de 1755.
Vários são os túmulos que se encontram nesta igreja, nomeadamente o túmulo de Vasco da Gama, o túmulo de Luís de Camões e ainda os túmulos do Rei D. Manuel I e da sua esposa, a Rainha D. Maria, do seu filho, o Rei D. João III e da sua esposa, a Rainha D. Catarina de Áustria.
A actual capela-mor foi mandada construir pela Rainha D. Catarina, tendo sido inaugurada em 1572, o que leva a que haja claras diferenças entre a arquitectura deste local e a restante igreja. Ao fundo da capela mor é possível ver cinco bonitas pinturas, de Lourenço de Salzedo, que representam a Paixão de Cristo e a Adoração dos Reis Magos.

Igreja
Capela-mor

Coro Alto
O Coro Alto é o local onde os monges faziam as suas orações, em especial na oração comunitária, denominada de "Oficio Divino", oração que se repetia sete vez por dia.
O Cadeiral que aqui se encontra foi desenhado pelo arquitecto Diogo de Torralva e executado pelo mestre Diogo de Sarça, em 1550. Já as pinturas que se encontram à volta do cadeiral são do séc. XVIII e representam alguns apóstolos e santos, como São Jerónimo e Santo Agostinho.

Coro-Alto


Claustro
O Claustro do Mosteiro dos Jerónimos é um dos mais belos claustros do mundo, sendo extremamente rico nos pormenores esculpidos. Este é um dos locais mais significativos da arquitectura manuelina. o Claustro era o sítio destinado aos monges da ordem de São Jerónimo, que passavam parte do seu tempo aqui, a ler, a orar, a meditar ou simplesmente a descansar.
Este belo local foi projectado por Diogo de Boitaca, no séc. XVI e construído por João de Castilho e mais tarde por Diogo de Torralva.
É constituído por dois pisos e apresenta na sua decoração vários elementos magníficos, conjugando símbolos religiosos ( nomeadamente vários elementos da Paixão de Cristo), régios ( como a Cruz da Ordem Militar de Cristo ou a esfera armilar) e elementos naturalistas ( como cordas e motivos vegetalistas).
Neste belíssimo claustro é ainda possível ver o túmulo de Fernando Pessoa.


Parte exterior do Claustro
Claustro

Túmulo de Fernando Pessoa
O magnífico poeta português Fernando Pessoa morreu no ano de 1935, mas só em 1985 os seus restos mortais foram trasladados para o Mosteiro dos Jerónimos. O seu túmulo é da autoria de Lagoa Henriques.


Túmulo de Fernando Pessoa

Sala do Capítulo
A Sala do Capítulo era a sala de reuniões diárias dos monges que aqui habitavam, cada reunião era iniciada com a leitura de um Capítulo da Regra de Santo Agostinho.
O interior da sala do capítulo data do séc. XIX, enquanto o seu portal é bem mais antigo, datando do séc. XVI, sendo da autoria de Rodrigo de Pontezilha.
Durante algum tempo, este local serviu como panteão de várias personalidades da história mais recente de Portugal, que posteriormente foram trasladados para o Panteão Nacional.
Actualmente, é possível encontrar neste local o túmulo de Alexandre Herculano, um historiador e romancista português, do séc. XIX, tendo sido também o primeiro presidente do Município de Belém.

Sala do Capítulo com o túmulo de Alexandre Herculano

Antigo Refeitório
O Antigo refeitório é uma magnífica e enorme sala revestida de azulejos, do séc. XVIII, que representam cenas do Antigo e do Novo Testamento. No topo norte da sala é possível ver uma pintura a óleo de Avelar Rebelo, do séc. XVIII, que representa São Jerónimo. Já no topo sul, bem por cima da lareira, está uma pintura, do séc. XVI, que representa a Adoração dos Pastores.
O local foi construído pelo mestre Leonardo Vaz e os seus oficiais.
Este era o local onde os monges tomavam as suas refeições, num ambiente solene, obedecendo sempre a determinadas regras de comportamento, estando proibidos de falar, uma vez que havia sempre um monge a ler passagens da Bíblia ou de algum outro livro religioso.

Antigo Refeitório

Desde 1907 que o Mosteiro dos Jerónimos está classificado como Monumento Nacional e em 1983 passou a integrar a lista do Património Mundial da UNESCO, em conjunto com a Torre de Belém. Mais tarde, já em 2007 foi eleito uma das 7 Maravilhas de Portugal, algo que conseguimos perceber bem porquê.
De facto este é um lugar maravilhoso e encantador e com um passado tão importante e emblemático para a história de Portugal.

E vocês já conhecem o Mosteiro dos Jerónimos? O que acharam?
Se ainda não conhecem espero que tenham ficado curiosos e que em breve possam visitar este maravilhoso monumento.

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sábado, 5 de dezembro de 2015

Restaurante Real Cantinho

Restaurante Real Cantinho


O Restaurante Real Cantinho, localizado no Hotel Real Parque, é um restaurante bem informal que oferece refeições da cozinha tradicional portuguesa.
É o local ideal para os que procuram uma refeição rápida e em conta, ou ainda para os que apenas pretendem beber um café e saborear o famoso e galardoado pastel de nata.

A nossa mesa

Possui uma sala agradável, mais com aspecto de café do que propriamente restaurante, com capacidade para 46 pessoas. 
No dia que fomos jantar tinham cerca de 7 mesas e apenas um empregado para as atender a todas, e apesar da simpatia do senhor, a verdade é que o serviço ficou aquém das expectativas pois não conseguia chegar a todo o lado. Este desculpou-se dizendo que tinha faltado um funcionário e por isso estava sozinho, mas a verdade é que nos restantes dias que passámos por lá vimo-lo sempre sozinho.

Zona do balcão
Sala
Para a nosso refeição optámos por um bife à Real Cantinho e um bife à portuguesa, que estavam agradáveis ao palato, apenas achei que as batatas estavam um tanto ao quanto queimadas. Para terminar o simpático empregado ofereceu-nos uns mini-pastéis de nata para sobremesa, pelo tempo que estivemos à espera. 
Os pastéis de nata feitos aqui ficaram em segundo lugar no concurso nacional dos pasteis de nata.

Bife à Cantinho
Bife à Portuguesa

Foi sem dúvida uma refeição agradável e simples, ideal para nós que tínhamos acabado de chegar a Lisboa e queríamos apenas uma refeição rápida e no hotel.

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Espero que tenham gostado. :)

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Museu Nacional dos Coches

Museu Nacional dos Coches

O Museu Nacional dos Coches reúne uma colecção única no mundo inteiro, de viaturas de gala e de passeio desde o século XVI até ao século XIX. A sua maioria provém da Casa Real Portuguesa, mas também encontramos viaturas vindos da Igreja e de outras colecções particulares.

Este fantástico museu surgiu por iniciativa da Rainha D. Amélia d'Orleães e Bragança, que foi casada com o Rei de Portugal D. Carlos I. Foi inaugurado a 23 de Maio de 1905, com o nome de "Museu dos Coches Reaes", no Antigo Picadeiro Real, e a colecção foi crescendo ao longo dos anos, tendo sido feitas várias alterações na estrutura para ir albergando os novos veículos. 

Actualmente, o Museu Nacional dos Coches (designação que passou a ter desde 1911) é composto por dois locais distintos, o Antigo Picadeiro Real e ainda um novo edifício, inaugurado a 23 de Maio de 2015 e o preço para visitar os dois locais é de 8€.

Antigo Picadeiro Real

Antigo Picadeiro Real
O Antigo Picadeiro Real passou a ter um papel secundário, depois da inauguração do novo edifício do Museu Nacional dos Coches. Contudo, de forma a homenagear a memória da rainha D. Amélia, aqui mantém-se exposto um núcleo expositivo de coches (viatura que surgiu no séc. XV na Hungria, composta por uma caixa suspensa por correntes ou correias de couro) e berlindas (viatura que surgiu no final do séc. XVII em Berlim, composta por uma caixa suspensa por duas fortes correias de couro. É mais rápido e seguro do que o coche), a galeria de pintura da família real e ainda um conjunto de acessórios de cavalaria.

Sala do Antigo Picadeiro Real
Parte da Galeria de Pintura
Peça de cavalaria
Vários são os coches que aqui podemos encontrar. E como o número não é assim tão grande farei a descrição de todos eles.
  • Coche do Infante D. Francisco - Esta é uma viatura de aparato francês, do início do séc. XVIII, que pertenceu ao Infante D. Francisco, Duque de Beja. Nele podemos ver o escudo de armas portuguesas com coroa ducal.
Coche do Infante D. Francisco
  • Coche de D. Carlota Joaquina - Viatura de aparato espanhola, do séc. XVIII. Foi trazida para Portugal por D. Carlota Joaquina de Bourbon, na altura do seu casamento com o Rei D. João VI. Nas portinholas é possível ver um escudo duplo, com as armas de Portugal e Espanha.
Coche de D. Carlota Joaquina
  • Coche de D. Maria Francisca Benedita - Viatura de aparato portuguesa, de estilo rocaille, da segunda metade do séc. XVIII. Foi construído para o casamento da princesa D. Maria Francisca Benedita. As pinturas na sua caixa são de Pedro Alexandrino de Carvalho.
Coche de D. Maria Francisca Benedita
  • Coche dos Condes de Ericeira - Viatura de aparato portuguesa, da primeira metade do séc. XVIII. Foi construído para o casamento de D. Francisco Xavier Rafael de Menezes, 6º Conde de Ericeira com a herdeira dos Marqueses de Cascais. Na caixa encontram-se gravadas as armas das duas casas nobres.

Coche dos Condes de Ericeira
  • Berlinda dos Leões - Viatura de aparato francesa, da segunda metade do séc. XVIII. Foi encomendada para a Casa Real e nela estão pintados os brasões com as Armas Reais Portuguesas.

Berlinda dos Leões
  • Berlinda dos Patriarcas - Viatura de aparato portuguesa, do séc. XVIII. Foi utilizada pelos Patriarcais de Lisboa e tem pintado o respectivo brasão e na tábua onde o cocheiro colocava os pés, encontra-se um coração, que simboliza a Caridade.
Berlinda dos Patriarca
  • Berlinda de D. Maria I - Viatura de aparato portuguesa, do final do séc. XVIII. Foi utilizada por D. Maria I, na cerimónia de consagração da Basílica da Estrela, em Lisboa. As pinturas são de Pedro Alexandrino de Carvalho e a talha de Silvestre Faria Lobo e Barros Laborão.
Berlinda de D. Maria I


Novo Museu Nacional dos Coches
O novo edifício do Museu Nacional dos Coches surge da necessidade de aumentar a área expositiva do museu. Aqui encontramos vários espaços para exposições permanentes e temporárias, áreas de reserva e ainda uma oficina de conservação e restauro do património que aqui encontramos. Temos ainda uma Biblioteca, um Arquivo e também um auditório, que potencia várias actividades culturais.

Salão do Novo Museu dos Coches
  • Coche de D. Maria Francisca de Sabóia - Viatura de aparato francesa do séc. XVII, era designada por Carrosse Moderne. A Rainha D. Maria Francisca de Sabóia-Nemours trouxe-a para Portugal.
Coche de D. Maria Francisca de Sabóia
  • Coche de D. Maria Ana de Áustria - Viatura de aparato do séc. XVIII, não havendo certeza se é um trabalho austríaco ou holandês. Foi mandada construir pelo Imperador José I da Áustria, para o casamento da sua irmã, D. Maria Ana com o Rei D. João V. 
Coche de D. Maria Ana de Áustria
  • Coche de D. João V - Viatura de aparato portuguesa do séc. XVIII. Foi mandada construir pelo Rei D. João V para a Casa Real Portuguesa. Foi feito pelo escultor José de Almeida e pelo seu irmão, entalhador, Félix Vicente de Almeida.
Coche de D. João V
  • Coche dos Oceanos - Carro Triunfal de barroco italiano, do séc. XVIII. Integrava um conjunto de cinco coches temáticos e dez de acompanhamento que integravam o cortejo da Embaixada ao Papa Clemente XI, enviada a Roma pelo Rei D. João V. O tema principal deste magnífico coche é a ligação dos Oceanos Atlântico e Indico.

Coche dos Oceanos
  • Coche Coroação de Lisboa - Carro Triunfal italiano, do séc. XVIII. Integrava um conjunto de cinco coches temáticos e dez de acompanhamento que integravam o cortejo da Embaixada ao Papa Clemente XI, enviada a Roma pelo Rei D. João V. O tema deste bonito coche é a coroação de Lisboa, a capital do Império, vitoriosa na defesa da fé cristã.


Coche Coroação de Lisboa
  • Coche do Embaixador - Carro Triunfal italiano, do séc. XVIII. Integrava um conjunto de cinco coches temáticos e dez de acompanhamento que integravam o cortejo da Embaixada ao Papa Clemente XI, enviada a Roma pelo Rei D. João V. O tema deste coche é a 
Coche do Embaixador
  • Coche da Mesa - Viatura de viagem portuguesa, da primeira metade do séc. XVIII. Foi utilizada na cerimónia da "Troca de Princesas", na fronteira entre Portugal e Espanha, onde a princesa portuguesa D. Maria Bárbara foi enviada para Espanha, para casar com o herdeiro da Coroa de Espanha, Fernando VI e a infanta espanhola D. Mariana Vitória veio para Portugal para casar com o Rei D. José I.
Coche de Mesa
  • Coche do Cardeal D. João da Mota e Silva - Viatura de aparato portuguesa, da primeira metade do séc. XVIII. O Coche pertenceu ao Cardeal D. João da Mota e Silva, Secretário de Estado do Rei D. João V. O seu brasão encontra-se gravado nas portinholas.
Coche do Cardeal D. João da Mota e Silva
  • Berlinda Processional - Viatura de aparato religioso portuguesa, da primeira metade do séc. XVIII. Foi encomendada por D. João V, para o transporte da Imagem da Virgem na Procissão de Nª Sª do Cabo Espichel.
Berlinda Processional
  • Charabã - Char-à-bancs inglês do séc. XIX. Foi encomendada para a Rainha D. Maria II e tinha como finalidade passeios campestres ou o transporte de caçadores e acompanhantes. Tem pintado o monograma do rei D. Carlos
Charabã
  • Mala-Posta - Viatura de viagem belga, do séc. XIX. É composta por três corpos, um coupé à frente, uma rotunda ou berlinda atrás e uma caixa, ao centro, que srrvia para transporte de correio.
Mala- Posta

Existem muitos mais viaturas expostas neste belíssimo museu, apenas descrevi aqui algumas para vos aguçar o apetite e vos mostrar a beleza destas fantásticas relíquias.

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Espero que tenham gostado  e que deixem aqui a vossa opinião :) .